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Gus Anderson (Engenharia Elétrica, Estados Unidos)
Estudante de doutorado, Drexel University

Gus Anderson
Bacharelado/Mestrado em Engenharia de Computação, Drexel University, 2004
Atualmente realizando um Doutorado em Engenharia Elétrica Drexel University


Na prática, o melhor conselho que já recebi foi: "não estude para passar na prova, estude para entender e dominar o assunto (e as notas aparecem por si sós)".




P: Quando você descobriu que queria ser um engenheiro?
Anderson: Eu sempre fui atraído por descobrir o que faz as coisas funcionarem e como elas são montadas. No ensino médio, eu tive a oportunidade de participar de diversos projetos em feiras de ciências, os quais me permitiram ver em primeira mão o que a engenharia realmente era. Era ótimo pegar uma questão e avaliar sistematicamente a validade de uma solução.

P: Como é sua experiência de faculdade em termos do tempo que você precisa estudar por dia?
Anderson: Eu descobri que uma disciplina de graduação de 3 créditos exige aproximadamente 3 horas por semana fora da sala de aula. E uma disciplina de pós-graduação de 3 créditos exige aproximadamente 6 horas por semana fora da sala de aula.

P: Você está tendo também experiências de trabalho enquanto é estudante? Estágios, programas de cooperação ou qualquer outro emprego enquanto está fazendo o curso?
Anderson: SIM! Uma das melhores experiências na Drexel tem sido os programas de cooperação. Eles oferecem uma excelente visão, pela aplicação do que é aprendido em sala de aula no mundo real. Por exemplo, eu fiz um programa de cooperação projetando um circuito ressonante RLC para um sistema de alarme. Isso era uma matéria que eu ainda não tinha estudado na faculdade até então, mas forneceu um tremendo contexto para o semestre seguinte, quando eu fiz "Introdução a Circuitos Elétricos".

P: Como você se preparou para a experiência de cursar uma faculdade?
Anderson: Eu não sei se há muito que podemos fazer para nos preparar para a faculdade. A faculdade é diferente de qualquer outra coisa que alguém pode experimentar. É uma experiência muito divertida, mas também muito desafiadora. O melhor conselho que recebi foi "nunca deixe as coisas atrasarem e não estude só para a prova, estude pra entender e dominar o assunto".

P: Você teve/tem um mentor que ajudou a orientá-lo até aqui? Se sim, descreva o impacto dessa pessoa em sua educação e planos de carreira.
Anderson: Sim. Eu tive a sorte de ter pessoas em minha vida que "já tinham passado por isso", que puderam fornecer uma perspectiva externa. Os mentores que eu tive não vieram através de um programa de orientação formal. Em vez disso, meus orientadores acadêmicos e coordenadores de programas de cooperação estavam prontos a me dar conselhos. Durante a faculdade existe um monte de decisões a fazer, decisões que terão um grande efeito no resto da nossa vida. Felizmente, como existem muitas pessoas que "já passaram por isso", basta esperar por alguma delas e pedir seu conselho.

P: Há uma área de especialidade em que você se concentrou na engenharia? Se sim, qual é, e como você optou por essa especialidade? Além disso, em que ponto de sua experiência de faculdade você decidiu?
Anderson: Quando entrei na faculdade tinha certeza de que faria engenharia, mas não podia decidir entre arquitetônica, elétrica ou de computação. Felizmente, nos EUA o primeiro ano da escola de engenharia é igual para todas as especialidades. Isso proporcionou um ano para examinar como era cada especialidade. Como computação sempre foi um hobby meu, quando um dos meus conselheiros disse que eu deveria escolher uma especialidade de que gostasse muito, eu optei pela engenharia elétrica e de computação.

P: Por que você decidiu fazer um doutorado? Como você acha que isso pode impactar em suas oportunidades de emprego no futuro?
Anderson: Foi uma decisão difícil, mas meu orientador disse que, se eu estivesse pensando em fazer um doutorado em algum ponto da vida, a hora era agora. Ele prosseguiu, dizendo que a maioria das pessoas que não faz seu doutorado logo após o mestrado, nunca fará. Como eu estava razoavelmente certo de meu desejo de continuar a pesquisar profissionalmente (fosse em uma universidade ou na indústria) e um Ph.D. é um componente necessário para isso, eu decidi continuar para o doutorado.

P: É difícil conciliar seus estudos de engenharia com outras atividades, como lazer, viagens, diversão?
Anderson: Na verdade não: desde que eu mantivesse minha disciplina e trabalhasse duro, havia muito tempo livre.

P: Você estuda mais em equipe ou sozinho? Você tem alguma preferência quanto a isto?
Anderson: Não há como alguém possa se formar em uma escola de engenharia sem a ajuda de outras pessoas. Ninguém é capaz de absorver sozinho cada detalhe do que um professor ensina. Algo que você perdeu outra pessoa pegou, e vice-versa.

P: Qual é a coisa mais difícil que você descobriu sobre sua experiência de faculdade, estudando em um curso de engenharia?
Anderson: Dedicar-me a uma matéria que não parece ter qualquer aplicação direta no que eu eventualmente faria como engenheiro.

P: Qual é o aspecto mais gratificante de fazer um curso de engenharia?
Anderson: É muito divertido ver algo que eu fiz ser projetado, construído, funcionar e ser usado.

P: Você acha que continuará a estudar engenharia ou pensa em mudar para outra área? Por quê?
Anderson: Eu estou seguro de que continuarei a estudar engenharia.

P: Você tem alguma idéia de que tipo de indústria gostaria de atuar ou de trabalho que você gostaria de fazer quando se formar? Se sim, como decidiu por essa indústria ou campo?
Anderson: Existe muita coisa que eu posso fazer com um diploma de engenharia, mas eu acho que vou continuar em pesquisa na área de redes de computadores.

P: Você acha que fará outros cursos depois de concluir este que está fazendo? Por que ou por que não?
Anderson: Uma vez que termine meu doutorado, não acho que vá buscar outros diplomas em um futuro próximo.

P: Você acha que a escola vai prepará-lo para como as coisas são feitas no mundo real?
Anderson: Eu acho que a escola ajudou na preparação para o "mundo real". As experiências que tive durante meus programas de cooperação foram absolutamente inestimáveis.

P: Para quantas escolas de engenharia você se inscreveu? Em quantas você foi aceito?
Anderson: Inscrevi-me para três e fui aceito em uma.

P: Você tinha uma primeira opção? Você foi aceito nessa primeira opção?
Anderson: A Drexel não foi minha primeira opção, mas olhando para trás eu estou MUITO feliz de ter vindo para cá.

P: Como você decidiu qual faculdade/universidade cursar?
Anderson: Bem, (1) a Drexel foi a única escola em que fui aceito e (2) as bolsas de estudo eram muito boas.

P: O que os estudantes de nível médio deveriam fazer para se preparar para desempenhar as tarefas que os estudantes de engenharia realizam?
Anderson: Chegar à faculdade com uma mente aberta, estar preparado para trabalhar duro e se divertir enquanto faz isso. No fim das contas, se você quer ser um engenheiro a faculdade será muito divertida.

Os perfis dos engenheiros são considerados idéias pontuais da carreira de cada indivíduo.


(Os perfis dos engenheiros do TryEngineering são fornecidos pelo
Sloan Career Cornerstone Center.)


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