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Lori Laird (Engenheira biomédico)
Engenheira biomédico, Guidant Corporation

Lori Laird
Bacharelado em Engenharia Mecânica, California Polytechnic University, San Luis Obispo


Engenheira biomédica, projetando ferramentas e instrumentos não invasivos para uso por cirurgiões vasculares no tratamento de artérias bloqueadas; trabalha com pessoal de manufatura em questões de projeto para a manufatura e controle de qualidade.


Lori encontrou seu trabalho em um campo especializado expandindo sua busca de empregos, primeiro fazendo contatos através da seção local da ASME e, em segundo lugar, através de contatos diretos com empresas na área visada.


Para as mulheres engenheiras, eu só quero dizer: agarrem firme. Vai ser desafiador, vai ser difícil, mas existem outras que já conseguiram. Eu encontrei mulheres de 62 anos que fizeram engenharia há muito tempo. E eu acho que se tivesse de ter feito o curso naquela época, seria muito mais difícil. Eu acho que o mundo está realmente se abrindo para mulheres engenheiras. E isso pode ser feito. Eu simplesmente as aconselho a agarrar firme a profissão.




Laird: Meu nome é Lori Laird. Eu sou uma engenheira biomédica da Guidant Corporation. Eu trabalho em uma divisão de intervenção vascular da Guidant. E trabalhamos com dispositivos médicos. Desenvolvemos ferramentas que ajudam os médicos a realizar suas cirurgias. Ferramentas não invasivas, para que eles não precisem fazer incisões tão grandes. Eles podem fazer coisas através da pele, ou fazendo cortes menores. E isso normalmente reduz o tempo da cirurgia, pela metade ou ainda mais. Trabalhamos em todas as áreas de intervenção vascular e cardiologia. Eu me formei há cerca de dois anos e meio e ainda não consegui decidir se quero seguir uma carreira técnica ou gerencial. Como você sai da engenharia mecânica para a biomédica? Bem, na escola eu estudei engenharia mecânica geral. E fiz uma ênfase em biomédica. Eu fiz mais aulas de design. Eu fiz mais disciplinas de biologia, fisiologia. E fiz projetos avançados na área. Eu fiz projetos de design envolvendo aparelhos biomédicos, próteses e coisas assim.

P: O que é intervenção vascular?
Laird: Intervenção vascular é um método para tratar obstruções de artérias/sistema vascular do seu corpo. Por isso, muito do nosso enfoque está em remover placas ou abrir artérias que ficaram obstruídas com placas. Você já ouviu a expressão "artérias obstruídas"? Desenvolvemos ferramentas para remover essas placas e abrir a passagem.


P: E você é uma engenheira mecânica?
Laird: Sim. Engenheira mecânica.

P: Como você fez essa transição?
Laird: Como você sai da engenharia mecânica para a biomédica? Bem, na escola eu estudei engenharia mecânica geral. E fiz uma ênfase em biomédica. Eu fiz mais aulas de design. Eu fiz mais disciplinas de biologia, fisiologia. E muitas escolas atualmente têm cursos que oferecem diplomas em engenharia biomédica. Quando eu fiz a faculdade, isso não existia. Assim, de certa forma eu tive de criar meu próprio curso. E fiz projetos avançados na área. Eu fiz projetos de design envolvendo aparelhos biomédicos, próteses e coisas assim.

P: Você conhece outros engenheiros mecânicos trabalhando em biomedicina?
Laird: Sim. Acho que é uma área em expansão. A maioria das pessoas que trabalha em minha empresa é de engenheiros mecânicos, apenas. Mas é um campo em crescimento. Existem muitas pessoas nesta área. E é um tipo de comunidade "ordenada". Você começa a ver as mesmas pessoas de novo e todos revolvem em torno de um mesmo centro.

P: Fale-nos de sua vida pessoal: onde nasceu, onde cresceu, como decidiu fazer faculdade, como foi para a área de engenharia mecânica.
Laird: OK. Eu cresci em Los Angeles, no sul da Califórnia, EUA. Comecei a estudar na Long Beach State. Naquela época, ainda não sabia que queria ser engenheira mecânica. Experimentei zoologia, porque gostava de animais. Tentei arquitetura. E não ficava satisfeita. Daí eu fiz um teste vocacional no centro de carreiras da Long Beach State e eles disseram "puxa, você deveria ser uma engenheira". E eu sempre achei, lá no fundo, que era o que eu queria fazer. Mas eu precisava de alguém que me dissesse isso (risos). E eu decidi fazer engenharia mecânica porque sempre gostei de desmontar coisas. Resolver quebra-cabeças, resolver problemas. Eu gosto de imaginar coisas espacialmente, em 3D. Coisas assim. E isso realmente me colocou no caminho da engenharia mecânica.

P: Existe algum outro engenheiro em sua família?
Laird: Bom, meu pai é um engenheiro elétrico. Eu acho que foi por isso que eu evitei a engenharia por um tempo. É tipo "não, não é isso que eu vou fazer". Mas estou feliz com minha escolha é acho que é o lugar onde pertenço.

P: Bem, e o que é que os engenheiros fazem?
Laird: O que os engenheiros fazem? Eles resolvem problemas, eu acho. E, na minha área, melhoramos a vida das pessoas. Isso é o que eu gosto sobre biomedicina: que você está salvando a vida de alguém. E isso realmente faz o trabalho valer a pena, especialmente quando um médico chega até você e diz "estamos tendo dificuldades com este tipo de cirurgia e gostaríamos de desenvolver uma forma melhor de fazê-la". Daí vamos direto para a prancheta e dizemos "ok, podemos desenvolver um produto para fazer isso?". Engenheiros fazem muitos projetos e muitos testes, especialmente na área da biomedicina. Você precisa provar a segurança do seu dispositivo, que ele não vai machucar ninguém e que vai fazer o que você disse que ele vai fazer. Por isso, muitos testes são realizados. E é esse o meu trabalho: fazer todos os testes.

P: Você esteve em cirurgias?
Laird: Sim. É realmente fascinante. Temos a oportunidade de ir assistir aos procedimentos. E é algo que resume tudo e diz a você "isto é o meu trabalho", que o torna realmente gratificante. Temos a oportunidade de ficar no laboratório de cateterização, atrás do médico. O que é realmente bom sobre nossos dispositivos é que eles são não invasivos. Assim, eu posso entrar lá em roupas normais, ficar olhando por sobre o ombro do médico e observá-lo realizar a cirurgia. E você tem uma sensação real da essência do seu trabalho.

P: Se alguém estiver interessado em estudar engenharia mecânica e biomédica, onde essa pessoa pode buscar informações?
Laird: Eu consegui muitas informações conversando com meus professores. Havia um professor na minha escola cujo foco era a biomedicina, e eu conversava muito com ele sobre "Como posso conseguir entrar neste campo? O que os engenheiros biomédicos fazem?" Eu pesquisei muitas empresas, especialmente quando estava procurando pelo meu primeiro emprego. Eu pesquisei as empresas que se concentravam em biotecnologia e coisas assim. Acho que existe até uma enciclopédia de empresas de dispositivos médicos. E ela pode ser uma fonte básica para todas essas informações.

P: Como foi a procura do seu primeiro emprego?
Laird: A primeira busca de empregos foi frustrante. Eu usei muito o centro de carreiras da escola. E eu realmente recomendo que as pessoas usem o centro de carreiras. Mas eu também saí da esfera da escola e mandei cartas para as empresas. Eu acabei indo de carro até a região de San Francisco, rodei pela região e até entrei no saguão de algumas empresas e disse "Posso pegar um folheto? Como eu posso saber mais sobre sua empresa?" Você realmente tem de ser proativo. O emprego não vai até você; você precisa ir procurá-lo. E, na verdade, foi assim que eu acabei encontrando meu emprego atual. Saindo do mundo da escola e indo atrás.

P: Como é seu dia?
Laird: Como é meu dia? Vamos ver. Ontem foi um bom dia. Fiz muitas coisas diferentes ontem. Comecei com uma reunião. Bem, na verdade comecei vendo meus e-mails e recados na secretária eletrônica e escrevendo uma lista de "coisas a fazer" para o dia, as coisas que eu tinha que realizar. Daí tive uma reunião pela manhã. Depois disso, fui assistir a uma aula sobre a segurança de patógenos transmitidos pelo sangue. Na área de dispositivos médicos, existem muitas questões médicas e de segurança. Lidamos com os dispositivos assim que eles voltam do campo, para verificar defeitos e coisas assim. E eu assisti a uma aula sobre como lidar com os dispositivos e não ser contaminada pelo sangue. Depois disso, eu verifiquei uma das ferramentas. Estamos tendo um problema com uma de nossas ferramentas na linha de produção. Assim, eu me sentei, liguei para o fornecedor e conversei com ele sobre diferentes formar de fabricar essa ferramenta. Fiz um pouco de projeto. Não muito projeto. Estou em um nível em meu projeto onde a coisa é basicamente "vamos aprender como fabricar e mandar adiante". Já fizemos a maior parte do trabalho de projeto. Assim, muito do nosso trabalho tem a ver com a fabricação em si.

P: Quantas oportunidades você tem de sair a campo e avaliar como está sendo o desempenho dos produtos?
Laird: Não o suficiente. Eu não acho que vou a campo o suficiente. Na fase em que meu projeto está no momento, estamos nos aprontando para realizar alguns estudos em pessoas e eu terei a oportunidade de entrar em contato com um dos hospitais que está realizando as cirurgias. Ele fica na Carolina do Norte e eu sou, de certa forma, seu contato - contato técnico - de forma que, caso eles tenham qualquer problema técnico, seu pessoal pode entrar em contato comigo. Eu poderei fazer uma visita no local quando eles fizerem os primeiros estudos clínicos em pessoas e, então, ver as cirurgias sendo realizadas. E eu estou empolgada com isso. Eu diria que, cerca de três vezes por ano, temos a oportunidade de assistir a uma cirurgia, em geral.

P: E os negócios internacionais?
Laird: A Guidant é uma empresa global. Nosso produto foi usado pela primeira vez na Europa em uma pessoa. Mas isso é mais ou menos até onde a coisa vai no nível em que estou. A maioria da interação internacional ocorre em nível sênior, onde eles fazem os intercâmbios comerciais e o desenvolvimento de negócios.

P: Como foi a faculdade para você?
Laird: A faculdade foi muito desafiadora, você pode imaginar (risos). Na Cal Poly havia de 10 a 15 por cento de mulheres. Havia algumas aulas onde só havia uma ou duas mulheres na turma. Depois de um tempo eu me acostumei, mas você precisa ficar esperta. Eu realmente senti que precisava provar a mim mesma um pouquinho mais. Mas acho que hoje as pessoas estão aceitando o fato de que as mulheres são engenheiras e, mais para o final do curso, eu tinha desenvolvido um bom grupo de estudos e as pessoas sabiam de minha capacidade. Eu acho que a engenharia é muito desafiadora. Mas é o que eu gosto nela. Isso me mantém avançando.

P: Fale-nos um pouco mais sobre sua procura de empregos. Você fez muitas entrevistas?
Laird: Eu acho que fiz uma dúzia ou mais entrevistas no campus. Eu não me limitei apenas à biomedicina, porque não apareciam muitas empresas biomédicas. Mas eu não queria me limitar somente à biomedicina. Eu queria saber o que havia lá fora, só para o caso de eu descobrir algo de que gostasse mais. Eu me lembro da biblioteca do centro de carreiras. Eles tinham um livro sobre empresas na região de San Francisco ou algo assim. E eles tinham dividido o livro em diferentes especialidades. Assim, eu abri o livro na seção de biotecnologia e comecei a ler sobre as empresas. Eu enviei cartas para elas e disse "Por favor, mandem-me informações sobre sua empresa. Estou muito interessada." Metade delas não respondeu (risos). A outra metade enviou informações dizendo "Não temos vagas no momento". Mas sobraram umas poucas. E eu acho que consegui apenas umas duas entrevistas com isso. Mas valeu a pena. Rendeu o emprego que eu tenho hoje. E acho que eles realmente gostaram do fato de que eu fui atrás deles, porque isso mostrou que eu era proativa e tinha energia.

P: Como foram suas primeiras semanas no emprego?
Laird: Minha primeira semana no emprego teve muito aprendizado, muito treinamento. Eu tive de ler um monte de manuais e aprender muito do básico dos dispositivos. Também aprender sobre a cultura da empresa, porque isso é algo que eles não te ensinam na escola. Conheci as pessoas, onde ficavam os recursos e aprendi quem era o especialista em cada coisa, para saber a quem recorrer quando tivesse uma pergunta. Uma coisa difícil foi me ajustar ao horário de expediente. Na escola, eu sempre gostava do fato de que você pode fazer seu próprio horário. Você sabe, um dia acorda às 7, no dia seguinte às 10, e tem seu próprio ritmo. Mas no mundo real, você tem de seguir o fluxo e, você sabe, isso na verdade significa cumprir o horário de expediente. Mas você se acostuma.

P: Fale sobre as diferentes pessoas com quem você tem contato no decorrer do seu dia.
Laird: Eu trabalho com todos os níveis. Eu tenho dois técnicos subordinados a mim. Eu trabalho com eles quase diariamente, dando-lhes tarefas e mantendo-os atualizados sobre o que está ocorrendo. Eu trabalho com gerentes e diretores. De vez em quando eu posso falar com um médico e saber de suas opiniões sobre as coisas. Eu acho que ter boas habilidades de comunicação permite trabalhar com um leque tão amplo de pessoas. É uma boa experiência de aprendizado.

P: Você já chegou em casa absolutamente frustrada?
Laird: De vez em quando. Eu acho que parte da frustração vem de ser desafiada tecnicamente e, você sabe, tentar resolver um problema que simplesmente não está indo em frente. Tipo bater a cabeça na parede, tentar encontrar uma solução que não vem. E eu acho que é quando você tem de dar um passo atrás e dizer "Está bem, vamos reavaliar tudo. Respire fundo. Vamos tentar amanhã de novo". E é este o tipo de atitude que você tem de ter.

P: Existe vida fora da engenharia?
Laird: Sim, existe vida fora da engenharia. Existe tanta vida quanto você quiser. Eu acho que é muito importante ter hobbies e uma vida fora do trabalho. Meu marido é engenheiro, por isso às vezes ainda conversamos sobre engenharia em casa. Mas eu tento me concentrar em outras coisas e ter uma válvula de escape.

P: Algum conselho aos estudantes?
Laird: Meu conselho é "agüente firme". Vai ser difícil, mas não tenha dúvida que, em longo prazo, realmente compensa. E, como eu disse antes, aproveite seus professores. Eles estão aí para isso. Faça amizade com eles. Isso vai tornar sua vida muito mais fácil. Tornará fazer aquelas perguntas muito mais fácil. E outro conselho: faça perguntas. Simplesmente faça as perguntas. Não existem perguntas que não devem ser feitas.

P: Quais são suas aspirações?
Laird: Eu acho que ainda estou me ajustando ao mundo real. Como só estou fora da escola há dois anos e meio, é como "vamos manter as coisas andando aqui". Eu acho que apenas recentemente comecei a perceber que preciso começar a pensar sobre minhas próximas metas. Pode ser uma pós-graduação. Na verdade, eu acho que provavelmente a única opção de próximo passo será uma pós-graduação. Porque eu preciso ampliar meu nível de instrução. Parte de mim diz "Eu estou feliz com o que estou fazendo e isso vai durar um bom tempo". Mas outra parte diz: "Você precisa pensar no futuro. Você não vai poder simplesmente ficar parada onde está para sempre." Sim, eu quero ampliar meus conhecimentos, aprender mais sobre tecnologia e talvez entrar na área de plásticos, química e coisas assim.

P: Fale-me algo sobre a contribuição que você está dando, a contribuição que a empresa está dando.
Laird: Como atua na área de dispositivos médicos, a empresa está diariamente dando contribuições à sociedade. Estamos melhorando a vida das pessoas. Estamos permitindo que as pessoas vivam mais. A Guidant, em geral, tem uma grande conexão com a comunidade. Participamos da United Way. Apoiamos atividades na comunidade. Minha empresa reconhece minha filiação a sociedades profissionais, o que eu acho ótimo. Vamos ver, o que mais? Apenas apoiar os empregados em suas vidas pessoais. Eu acho que isso também é importante. Eu acho que eles retribuem muito para a sociedade.

P: O que você acha que faz um engenheiro de sucesso?
Laird: Um engenheiro de sucesso é alguém que se comunica bem, que consegue trabalhar com muitas pessoas de diferentes níveis. Alguém que consegue se comunicar com os técnicos e também com o diretor do projeto. Alguém que seja bom no contato com as pessoas mas também bom tecnicamente, que consiga resolver problemas, responder a perguntas, usar sua intuição para resolver problemas, sejam eles grandes revisões de projeto ou apenas um problema de fabricação rápido. Um bom engenheiro é alguém que consegue usar sua intuição e seus conhecimentos para resolver as coisas.

P: Visto que você está começando a formular seu estilo de vida, o que você vislumbra para si própria nessa área?
Laird: Eu acho que continuarei sendo uma engenheira ainda por algum tempo. Eu gosto do que estou fazendo. Mas não quero ser consumida pelo meu trabalho. Em gosto de ter um bom equilíbrio entre família e carreira. Assim, eu acho que continuarei na engenharia, continuarei indo por esse caminho. Mas, você sabe, quando termina o expediente eu tenho de me lembrar de que é hora de ir para casa. É hora de parar e relaxar.

P: Você falou antes sobre mulheres engenheiras. Algum conselho específico para as estudantes?
Laird: Para as mulheres engenheiras, eu só quero dizer: "Agarrem firme. Vai ser desafiador, vai ser difícil, mas existem outras que já conseguiram." Eu encontrei mulheres de 62 anos que fizeram engenharia há muito tempo. E eu acho que se tivesse de ter feito o curso naquela época, seria muito mais difícil. Eu acho que o mundo está realmente se abrindo para mulheres engenheiras. E isso pode ser feito. Eu simplesmente as aconselho a agarrar firme a profissão.

Os perfis dos engenheiros são considerados idéias pontuais da carreira de cada indivíduo.


(Os perfis dos engenheiros do TryEngineering são fornecidos pelo
Sloan Career Cornerstone Center.)


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